• PAI: UMA ANTROPOLOGIA DA VERGONHA

    Neste livro, Fabiane Albuquerque percorre, a partir da sua experiência pessoal, como a vergonha não é um estado psicológico individual, mas o produto de relações sociais, políticas e culturais bem definidas. Ela parte da sua própria relação com o pai — nordestino do sertão paraibano, operário, analfabeto, alcoólatra, violento e ao mesmo tempo terno — para construir uma reflexão sobre a vergonha como fenômeno social.

    Informações Técnicas

    Editora: Ação Editora

    Edição: 1ª

    Idioma: ‎Português

    Número de páginas: ‎304 páginas

    Peso do produto: ‎ 750g

    Dimensões: ‎ 14 x 21 cm

    ISBN: ‎ 978-65-82716-09-6

    Data da publicação: ‎ 10 de setembro de 2026

  • PAI: UMA ANTROPOLOGIA DA VERGONHA

    Neste livro, Fabiane Albuquerque percorre, a partir da sua experiência pessoal, como a vergonha não é um estado psicológico individual, mas o produto de relações sociais, políticas e culturais bem definidas. Ela parte da sua própria relação com o pai — nordestino do sertão paraibano, operário, analfabeto, alcoólatra, violento e ao mesmo tempo terno — para construir uma reflexão sobre a vergonha como fenômeno social.

    Informações Técnicas

    Editora: ‎ Ação Editora

    Edição: ‎ 1ª

    Idioma: ‎ Português

    Número de páginas: ‎ 304 páginas

    Peso do produto: ‎ 750 g

    Dimensões: ‎ 14 x 21 cm

    ISBN: ‎ 978-65-82716-09-6

    Data da publicação: ‎ 10 de setembro de 2026

  • "Nesta antropologia da vergonha, temos a ficção (ou autoficção) a serviço de um estudo profundo de dores, ressentimentos, violências simbólicas que são universais."

    MICHELINY VERUNSCHK

  • Sobre a Autora

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    Fabiane Albuquerque

    Fabiane Albuquerque nasceu em Contagem, Minas Gerais. Passou parte da sua infância no sertão mineiro, cidade de Corinto, onde aprendeu a ler e a ver o mundo nas suas miudezas. É feminista negra, socióloga (Doutora em sociologia pela Unicamp), escritora e mãe do Pietro. Costuma dizer que é constituída de dois sertões: aquele de sua mãe, oriunda da mesma região que Guimarães Rosa, e aquele do seu pai, paraibano de Remígio. Passou parte da juventude em Goiânia, onde se formou em Ciências Sociais, na África do Sul, Congo. Morou na Itália e França, de onde escreve. Sua escrita é marcada pela sua condição de classe, raça e gênero, além da nacionalidade. É de lugares de fronteiras em muitos sentidos, inclusive aquele do seu próprio país, pátria que ama brancos, odeia e expurga corpos negros. Tem dois livros infantis publicados na Itália, resultado do Prêmio Literário Scrittori Città di Siena de 2019 e 2020: A tavola con il rè (Extempora) e Il baule di mia nonna (Temperino Rosso). No Brasil publicou Cartas a um homem negro que amei, pela Editora Malê, em 2022; Ensaio sobre a raiva, pela Patuá, em 2024; Os meus mortos pedem nomes, em 2025, pela Urutau.

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