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Brasil volta a se abrir ao monitoramento de órgão internacional

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Fonte: UOL

Após quatro anos de um distanciamento e tensão entre o governo de Jair Bolsonaro e a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, o Brasil volta a receber representantes do órgão regional para monitorar a situação nacional.

A partir desta segunda-feira, Soledad García Muñoz, relatora especial sobre Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais da CIDH, inicia uma viagem pelo país e examinará o impacto da desigualdade étnica e racial nos direitos fundamentais no Brasil, com foco no direito à saúde, nos direitos culturais e ambientais e nas mudanças climáticas. Ela ainda vai tratar dos casos de trabalho análogo à escravidão e o marco temporal.